Consórcio de imóveis cresce 44,7% e se consolida como o caminho mais inteligente para sair do aluguel

Enquanto o número de brasileiros morando de aluguel cresce, o consórcio de imóveis avança como alternativa sólida para conquistar o sonho da casa própria — sem juros e com planejamento financeiro.

Segundo dados divulgados pela ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o número de brasileiros que vivem de aluguel aumentou de 18,4% em 2016 para 23% em 2024. Em contrapartida, a quantidade de pessoas que moram em imóveis próprios quitados caiu de 66,8% para 61,6% no mesmo período.

Mas há um movimento inverso acontecendo: o crescimento expressivo do consórcio de imóveis. De janeiro a setembro de 2025, as adesões aumentaram 32,4%, alcançando 972 mil novas cotas vendidas, enquanto o volume de créditos comercializados chegou a R$ 203,68 bilhões, alta de 44,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O total de consorciados ativos já ultrapassa 2,58 milhões, número 28,4% superior ao de 2024. O tíquete médio das cotas também subiu, atingindo R$ 213,46 mil.

“O consórcio de imóveis é hoje uma das formas mais simples e econômicas de adquirir a casa própria. Ele combina ausência de juros, parcelas acessíveis e a vantagem de comprar à vista no momento da contemplação”, afirma Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC.

Uma alternativa à altura dos novos hábitos financeiros

Com a renda média do brasileiro alcançando R$ 3.484,00 em 2025 — recorde histórico segundo o IBGE — e o aumento da formalização do trabalho, cresce também a consciência sobre educação financeira. O método 50/30/20, citado no estudo, resume essa mudança de comportamento:

  • 50% da renda para despesas essenciais,

  • 30% para consumo pessoal,

  • 20% para investimentos — como o consórcio.

Esse perfil mais planejado impulsiona o consórcio como investimento de longo prazo, seja para a compra do primeiro imóvel, seja para formação patrimonial ou geração de renda com locação.

O sistema de consórcios em alta histórica

O relatório da ABAC também mostra que o Sistema de Consórcios atingiu 12,2 milhões de participantes ativos em setembro de 2025 — o maior número da história — com um total de R$ 367,23 bilhões em créditos comercializados, um crescimento de 29,8% em relação ao ano anterior.

Entre os setores, o de imóveis foi o que mais cresceu, seguido por eletroeletrônicos (71%) e serviços (27%).

Consórcio é mais que compra — é estratégia

Diferente do financiamento, o consórcio não cobra juros, não exige entrada e oferece prazos longos e baixo custo final. Além disso, o crédito pode ser utilizado de forma flexível — seja para compra, construção, reforma ou investimento — e permite o uso do FGTS para complementar lances ou quitar parcelas.

Com recordes de crescimento, o modelo consorcial se consolida como uma ferramenta moderna de planejamento financeiro — uma escolha inteligente para quem busca conquistar mais, pagando menos e com total controle do orçamento.

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